Você queria um amigo? Bom para você que encontrou. Pior para mim, que adicionei mais um amor platônico à minha prateleira.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Depois de Ver... A Vida como ela é!
quarta-feira, 28 de março de 2012
Depois de Ver... Só hoje.
terça-feira, 20 de março de 2012
Depois de Ver... Quero um pouco de tempo.
sábado, 10 de março de 2012
Depois de Ver... Diferenças!!!
Depois de Ver... A Natureza Felina.
É uma felina!
A destreza e leveza nos movimentos é o que entrega.
O corpo esguio e cheio de graça, só dá a certeza.
É a dona de andar, ao mesmo tempo seguro e displicente.
Uma tigresa com a língua afiada e doce, é toda independência.
O olhar é pura magia, acesos como tochas em brasa.
Olhos de estrelas que encandeiam o céu de lua cheia.
Da natureza felina: vem o acomodar no mais apertado;
O se aquecer nas dobras mais inusitadas;
As manhas, as unhas, a mordida, a sonsa, a mansa, a ternura...
É gata! Grata ao carinho a seu modo.
Um ser simples e de sorriso sincero.
Pantera, inquieta, impaciente...
É o salto no escuro, é o cair de pé.
Sempre tudo ao seu tempo e do jeito que desejar.
Com certeza é uma felina!
domingo, 25 de dezembro de 2011
Depois de Ver... Que assim eu sou.
Isso é só uma pitada do que gosto e do que desgosto.
Minha religião, ou a falta dela, não diz quem sou.
É só uma amostra do que acredito ou deixo de acreditar.
Não querer ter filhos geneticamente meus, não significa que odeio crianças.
Essa é apenas uma das minhas muitas escolhas, a meu ver bem altruísta.
Só por que falo as coisas que penso, não quer dizer que quero que todos me sigam.
Apenas quer dizer que gosto de discutir sobre o mundo, com pessoas que tem a mente aberta.
Por que gosto de ler não quer dizer que sou um maluco sem vida social.
Significa apenas que eu gosto de ler.
As coisas são assim, simples, mas não obvias. Tentem pensar um pouco antes de falar ou pensar algo sobre mim.
Acostumem-se comigo ou deixem-me seguir meu caminho. Assim sou eu.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Depois de Ver... Verdades de bar.
Quero que em ti apodreça
Os cantos e cantares que não tive;
Que tu, a mim, esqueças
Minha existência, minha sombra que em ti vives;
E no sonho, meu Deus, abandone;
E role nos lençóis atormentada
Triste, culpada, insone;
Hoje clamo pelo teu pranto;
Rezo, pedindo que em ti morra
Tudo que sente por mim, todo tanto
A vontade, a ânsia, que ecoa;
Agora, te aflore no peito a dor;
A alma gritando acovardada
Gemendo, de medo, assombro, pavor.
E assim te falo em silêncio
Da verdade presente em todo bar;
Minha noite finda em um prenúncio
Sem samba, sem canto, sem o cantar.