quinta-feira, 22 de setembro de 2016
Depois de Ver... Humanas X Exatas
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
Depois de Ver... A Política.
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
Depois de Ver... A Desertificação dos Espaços Públicos.
quinta-feira, 21 de julho de 2016
Depois de Ver... Que a Escrita Não me Assusta
quinta-feira, 14 de julho de 2016
Depois de Ver... Alunos Graduados em Professores.
quinta-feira, 23 de junho de 2016
Depois de Ver... A Lista de Notáveis
quinta-feira, 9 de junho de 2016
Depois de Ver... Que Todo Mundo é uma Ilha.
quinta-feira, 19 de maio de 2016
Depois de Ver... A Aceitação dos Pontos de Vista.
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Depois de Ver... O Ditar do Mundo.
quarta-feira, 27 de abril de 2016
Depois de Ver... A Saída do Paraíso.
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Depois de Ver... Minorias
quinta-feira, 31 de março de 2016
Depois de Ver... O Conhecimento
quarta-feira, 23 de março de 2016
Depois de Ver... Que Não Sabemos Formar Leitores (ou Senta que lá vem TEXTÃO)
terça-feira, 21 de julho de 2015
Depois de Ver... O Gosto Amargo de 2015
Não se engane, o país não está bem e não aponta indícios imediatos de melhora.
Mas há um sensacionalismo velado nas notícias que pairam pela rede afora. Para os que acompanham diariamente as notícias de economia e política. Vai perceber uma triste verdade, as vendas despencaram em relação ao ano passado. A inflação alcançou índices históricos do últimos 12 anos. Mas ainda assim, há esperança. Longe dos 2 mil % de inflação que permearam os anos de 89 e 93. Mas também longe da média de 6% do primeiro mandato da presidente Dilma.
Mas comparar o consumo do ano de 2015 ao consumo de 2014 é o mais adequado? Com certeza é uma das formas utilizadas e tem a sua aplicabilidade. Mas comparar um ano de copa no país. Onde os televisores estavam sendo praticamente doados nas lojas, como no primeiro semestre de 2014, com a realidade de recessão que vive-se hoje, é chutar cachorro caído.
Os créditos sendo fechados, o governo aumentando as taxas de juros para frear a inflação, tomando medidas para não deixar o índice de desemprego subir e a mídia escarnando meias verdades e comparações esdrúxulas.
Só para criticar as meias verdades e as comparações esdrúxulas que o governo atual fez e faz.
Isto é se sujar de lama para mostrar que lama é ruim.
O governo falha em manipular e maquiar informações para manter sua boa imagem. Em não assumir os erros e falhas, em assumir sua culpa e sua falha. E nada justifica isto, nem o sonho utópico de sucesso pleno do plano de governo.
Mas daí, para tratar como uma falha completa, a ponto de romper com nossa legitimidade democrática, para se ater a rixa partidária?
Essa é apenas a quinta eleição direta no Brasil, após a reconstrução da república, e um deles já foi cuspido fora por improbidade.
O povo está sem saber o que fazer com essa liberdade, desacostumado com a democracia. Está querendo resolver sua inabilidade de escolha através do rodízio.
Deve-se perceber que se não gosta de um tipo de carne, não há escolha, e se a escolher, nada de desperdício. Não dá para colocar a carne mastigada no canto do pratinho, pedir um novo pedaço suculento e fingir que nada aconteceu.
Deve-se aprender que o que foi escolhido tem que ir até o fim. E usar o gosto amargo como parâmetro para escolher melhor na próxima rodada.
terça-feira, 7 de julho de 2015
Depois de Ver... O Desemprego
sábado, 20 de junho de 2015
Depois de Ver... Os Relacionamentos.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Depois de Ver... O Poder do Dinheiro.
Fique rico ou morra tentando.
É a frase que está cimentada em nossos pensamentos. É uma das poucas coisas para a qual somos ensinados.
Mas, é essa insatisfação constante que move rumo ao progresso.
É um jogo onde só se pode jogar com todas as peças no tabuleiro. E para manter os peões no tabuleiro somos impelidos a manter essa persistente esperança.
Para os que conhecem um pouco de mitologia grega, sabe que Pandora, foi a primeira mulher do mundo. A qual Zeus presentou com um jarro contendo todos os males do mundo, para que ela o guardasse em segurança.
Para nossa infelicidade, ela abriu o jarro e liberou os males (mais uma mitologia patriarcal onde a mulher é responsável pelo mal que aflige a sociedade. Isto lembra algo a vocês?)
A questão é, que Pandora conseguir aprisionar apenas um deles, que era a “Esperança”. Nunca havia refletido sobre isso até pouco tempo atrás. Só recentemente passei a pensar como a esperança pode ser considerada como um mal para o mundo.
A única resposta que encontrei foi de que a esperança é a nossa jaula. É a esperança de tempos melhores, que nos mantem vivendo.
Sem ela seriamos verdadeiramente livres.
E é sobre esta mesma premissa que a sociedade capitalista é fundada. O trabalhador, sempre na esperança de alçar novos patamares, se mantem sobres os jugos do labor.
“Quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser opressor.” Paulo Freire
Qual a minha surpresa quando leio nas páginas do livro ‘Pai Rico, Pai Pobre’ encontro o seguinte:
“Eu era um garoto de nove anos que teve que sentar e esperar até que ele resolvesse falar comigo. Frequentemente sentei em seu escritório esperando que ele "me atendesse". Ele me ignorava propositalmente. Queria que eu
reconhecesse seu poder e desejasse ter um dia esse mesmo poder.” (KIYOSAKI & LECHTER - ‘Pai Rico, Pai Pobre’)
O sonho do jovem garoto de não ter mais que esperar para uma reunião com o chefe, de tornar-se chefe e fazer com que os outros o esperem deliberadamente, com intuído de demonstrar poder. Essa é a demonstração mais física que pode haver da verdade por traz das palavras de Freire.
Então... Em uma sociedade na qual não se permite o fracasso e só nos é dada apenas duas alternativas.
Ou aceita sua condição e mantem-se nos trilhos até que a morte o leve ou torne-se o opressor.
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Depois de Ver... O Medo.
Só por que eu te dei “oi”, não significa que quero te comer.
Simpatia! Característica que certas pessoas, com certeza, esqueceram lá dentro das redes sociais.
Esquecem na frente fria de um computador. Na tela lisa de um celular. Deixaram no encosto da cadeira da última ceia de natal.
Hoje, quando a empatia se tornou artigo de lixo. Onde tratar o outro bem e tentar conhecer sua origem passou a ser sinônimo de interesse sexual.
Repensem a sua visão de mundo e seu relacionamento interpessoal. As pessoas podem ser boas só por serem.
Há prazeres escondidos nas palavras do outro, que só quem tem paciência para ouvir tem direito a essa dádiva.
Há conhecimentos infinitos, ocultos nas nuances de cada frase, dita por cada ser.
E “ler” pessoas, torna-se mais fácil quando se é educado.
Salvo nas vezes em que se fecham com medo da bondade alheia.
Seja bom e permita que sejam bons com você.
quarta-feira, 25 de março de 2015
Depois de Ver... O Que o Povo Esquece
O povo se esqueceu o que é vivem em uma democracia.
A burguesia passou a odiar a democracia no mesmo instante que ela deixou de servir a seus propósitos.
Quando a grande mídia passou a não mais conseguir dobrar a grande massa a sua vontade.
O povo ter acesso a informação, das mais infinitas fontes e quase sempre de caráter duvidoso. São os novos informados, desinformados.
A opinião da vizinha do lado é mais importante que a do jornalista da TV. Isso não é bom, mas também não é ruim. Ou melhor, é ruim sim. Ruim para a elite que sempre controlou a opinião popular, através da voz do ”Bonner” da vez.
Há um jogo de poder onde se manter no poder é mais importante do que os deveres do cargo. No qual, exercer o poder passou a ser, fazer ações para se sustentar sua base e não mais governar para a polis.
O povo se esqueceu o que é um país desigual.
Ou melhor, o povo ignora que vive-se em um pais desigual.
Em renda, direitos, em oportunidades, em privilégios...
Façamos um exercício mental.
Que tal se a sua cidade fosse dividida? Isso mesmo, fosse traçado um grande muro e dividisse a cidade em duas novas cidades.
Um muro que separasse o centro e os bairros mais nobres, que consequentemente pagam mais impostos (IPTU, energia, água, etc...), dos bairros mais afastados e pobres.
Consequentemente, teríamos uma cidade muito mais rica (que chamaremos a partir de agora de cidade A), arrecadando muito mais impostos do que gastando, contribuindo muito para a união. Por outro lado, teríamos também uma cidade muito mais pobre (que chamaremos de cidade D), que necessita de mais benefícios e investimentos. E que acabaria por sugar as veias da federação, em busca de dinheiro.
Isso, só causaria duas coisas:
· Revolta dos moradores da cidade A, por que pagam mais impostos e querem seus impostos beneficiando seu próprio município;
· Maior desigualdade, pois a cidade A ficaria cada vez mais rica e a D cada vez mais pobre;
Mais você se pergunta: “E eu com isso?”
A resposta é simples, e vem com uma outra pergunta “de que lado você gostaria de estar?”
A falta de empatia humana, alcança níveis estratosféricos, esquecendo que justiça, nem sempre é todos ganharem a mesma fatia do pão. E que ser humano, é muito mais do que ser da espécie humana.
Trazendo isso para o Brasil, e fazendo uma análise fria dos últimos acontecidos, será dito que o Brasil mergulhou hoje em uma crise econômica e política. Uma crise de confiança. A máquina pública não suportou o plano assistencialista do governo atual.
Para não mexer nas finanças dos ricos e poderosos, o governo optou por pressionar a classe média, para retirar “sustento” dos subsídios dados aos pobres e miseráveis.
E não é de hoje, esse processo vem sendo implantado em um plano longo, lento e gradual, até mesmo por governos anteriores.
Por que é um modelo de mundo “social e desenvolvido” onde o mais favorecido, cuida do menos favorecido.
Até que o ajuste teve que ser feito a cortes de facão, caso contrário quebraria-se a balança.
Até que a classe média e o rico sentiu que não está ganhando o pedaço maior do bolo, que para eles é o mais justo, pois são os que mais contribuem.
Agora a pergunta: “este é o modelo ideal de gestão?”
Talvez de longe. Há falhas, que vão além dos governantes, a falhas de caráter e educacional que estamos longe de resolver.
E em uma análise fria: “a culpa é minha, é sua, é de todo o brasileiro”.
Do brasileiro que não lê, que bebe e dirige, que apresenta atestado falso, que mente no imposto de renda, que rouba, mata, mente, que não devolve o troco, que fala sem saber... Que olha só para o próprio umbigo... De quem não admite que erra, para quem não olha para outros.
A culpa está em todos, e é de todos. Mas podemos tirar se achar melhor.
Posso apagar o texto, se te faz ficar melhor com a tua consciência, e a gente esquece de quem é a culpa.
